A IMPORTÂNCIA DA FISIOTERAPIA NO TRATAMENTO DE PACIENTES COM ATROFIA MUSCULAR ESPINHAL: REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
DOI:
https://doi.org/10.65458/v5n1.111125Palavras-chave:
Atrofia Muscular Espinhal, Fisioterapia, Neurônios motores, Reabilitação, Qualidade de vidaResumo
A Atrofia Muscular Espinhal (AME) é uma doença genética rara, de herança autossômica recessiva, caracterizada pela degeneração progressiva dos neurônios motores, resultando em fraqueza e atrofia muscular. Com prevalência aproximada de 1 a cada 10.000 nascimentos vivos, é considerada a principal causa genética de mortalidade infantil, impactando diretamente funções essenciais como respiração, deglutição e mobilidade. Este estudo teve como objetivo revisar, de forma narrativa, a importância da fisioterapia no manejo da AME, considerando seus aspectos clínicos, funcionais e terapêuticos. Para isso, foram analisados artigos publicados entre 2010 e 2025 nas bases PubMed e Biblioteca Virtual em Saúde, além de diretrizes e manuais de referência. Os achados demonstram que a fisioterapia desempenha papel fundamental na manutenção da funcionalidade motora, prevenção de complicações respiratórias e ortopédicas e promoção da autonomia. Observa-se que a intervenção precoce, associada aos avanços recentes em terapias modificadoras da doença, potencializa os resultados funcionais e contribui para melhor participação nas atividades da vida diária. Portanto, a atuação fisioterapêutica contínua e baseada em evidências constitui elemento essencial no cuidado integral de indivíduos com AME.
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