MOBILIZAÇÃO PRECOCE EM PACIENTES INTERNADOS NA UTI PARA ELEVAÇÃO DO NÍVEL FUNCIONAL: REVISÃO BIBLIOGRÁFICA
DOI:
https://doi.org/10.65458/v4n1.191201Palavras-chave:
Mobilização precoce, Funcionalidade, Unidade de terapia intensiva, FisioterapiaResumo
Esta pesquisa aborda a importância da mobilização precoce em pacientes internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), com ênfase na elevação do nível funcional. O contexto envolve a alta incidência de complicações sistêmicas em pacientes críticos devido à imobilidade, como fraqueza muscular adquirida, disfunções respiratórias e circulatórias, aumento do tempo de ventilação mecânica e internação hospitalar. O objetivo do trabalho foi revisar ensaios clínicos que investigaram os benefícios da mobilização precoce na recuperação funcional. O método utilizado envolveu a revisão de diversos estudos que aplicaram intervenções de mobilização precoce, incluindo exercícios passivos, ativos-assistidos e uso de equipamentos como cicloergômetros e elevadores móveis. As pesquisas analisadas incluíram pacientes críticos com diferentes condições clínicas, avaliando os desfechos de força muscular, tempo de ventilação e capacidade funcional. Os resultados demonstraram que a mobilização precoce contribuiu para a preservação da força muscular, redução da fraqueza adquirida na UTI, menor duração da ventilação mecânica, melhora na função física e na mobilidade dos pacientes. Constata-se que a mobilização precoce é uma intervenção eficaz e segura, capaz de melhorar os desfechos clínicos e funcionais dos pacientes críticos. No entanto, barreiras como instabilidade hemodinâmica, falta de recursos hospitalares e treinamento adequado da equipe ainda limitam a implementação generalizada dessa prática.
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